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A prática de parceria é cada vez mais utilizada tendo em vista a adequação de estratégias e interesses conjuntos e a maximização de respostas adequadas às subtilezas das realidades, a diferentes escalas geográficas.



O trabalho em rede, formal ou não formal, está hoje facilitado por formas de comunicação eficazes, que permitem a aproximação de entidades pela convergência de interesses e complementaridades tornando secundárias as separações físicas.

 
Num território como o do Norte Alentejo, as distâncias físicas e a ausência de articulação entre agentes, são muito limitadoras, levando à dispersão à secundarização e à inconsequência de oportunidades potenciais.

 

…Porque as instituições são feitas por pessoas

                                                                               …A rede de parceiros cultiva uma relação de proximidade, capaz de facilitar na mais estreita legalidade, as missões de cada entidade e as convicções pessoais para a melhoria das regiões onde se implicam e das oportunidades que urgem construir.

No modelo de parceria que construímos, definem-se algumas premissas;

                                                                                         Convergência nas missões específicas a cada entidade parceira, numa lógica de complementaridade; Implicação privilegiada de parceiros, nas pessoas, procurando que os responsáveis das instituições, interlocutores na parceria, construam uma relação de cumplicidade e comunhão de princípio, no respeito pela assumpção dos objectivos do projecto partilhado; 

  


Assumpção dos parceiros como facilitadores de relações de proximidade, potenciando o efeito multiplicador das acções e produtos, tangíveis e intangíveis, inerentes ao desenvolvimento do processo de inclusão, às diferentes escalas e dimensões;                                                                  
Maximização da capacidade de transferência, dos resultados dos trabalhos.